sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Composto do oposto

Adoro complicar os pensamentos.
Amo perceber inoperância.
Gosto de atentar os desatentos.
Me divirto em pentelhar a ignorância.

Calo quando pisam no meu calo.
Agarro na ideia impermanente.
Creio todo dia naquele galo
que acorda as manhãs impacientes.

Sufoco todo peito decorrente
de amores desfalecidos de repente.
Invoco tudo aquilo que se equivoca
e provoco aquele que me provoca.

7 comentários:

cLd disse...

do caralho
tu é o galo velho das manhãs, mas nao de todas. ranzinza e cinza, serás um velho muito chato, mas cheio de conteudo e com uma grande vida nas costas (além da mochila de nao sei quantos litros), nao preciso ler mãos ou cartas pra saber, é só te conhecer.

Vitor disse...

Carai, é muito pra minha cuca..

mas eh firme! =)

um dia vou ter esses dotes descritivos! Essa forma louca de escrever a minha realidade..

abraço Dude

Anônimo disse...

Bora galo...

Eu li tu ai! Menos na parte do calar-te. Tu não te calas nunca. No sentindo que és pentelho nas tuas idéias, mas é isso ai. O que significaria ideais a final de contas?


xibito

Bruna Sousa disse...

Houve identificação, porém a diferença é que não calo, ainda mais quando pisam no meu calo...
hahahaha

Gostei do texto Glauco, oppppssss...Glauber hahahahaha...

Anônimo disse...

sempre talentoso!!!

rapha

ArCaNNeS disse...

Perfa'² man, exelentes escritos ;D

tepy disse...

ual, amigo sucesso..