sábado, 31 de outubro de 2009

O que te desconserta


O que você faz na hora do aperreio
O que você pensa na hora do freio
O que te faz perder a paciência
O que te faz agir com prudência
O que te deixa sem respirar
O que te tira do lugar
O que mexe com teu ego
O que te deixa cego
O que move teus pensamentos
O que aterroriza teus intentos
O que derrete tuas ações
O que blinda tuas emoções
O que brinca com tua felicidade
O que deixa pra hora da verdade
O que te faz perder o humor
O que te faz sentir rancor
O que te coloca na tua posição
O que te prende na tua prisão
O que corrói tua semelhança
O que te deixa cheio de esperança
O que busca até o fim
O que nunca é tempo ruim
O que te dá mais medo
O que sai do teu próprio dedo.

3 comentários:

Maria Luísa disse...

eu não sei se vc fez de propósito, mas os versos possuem um ritimo acelerado, ao ler, parecia que eu ouvia meu conração batendo, como se acada lembrança q o verso causasse em mim, minha alma reagisse de uma forma agitada, "desconcertada", parabens vc tem um lindo dom ao escrever, e parabens por saber usa-lo!

ArCaNNeS disse...

Você sente . -=)

Rebecca disse...

Li,li,li e li,com pressa,devegar e pensando,devagar e refletindo,mas a verdade é que não saberia responder com firmeza grande parte dessas perguntas.E como a moça acima falou,senti o mesmo.Um compasso acelerado e em busca de respostas às incansáveis perguntas,que ficam rodeando por muito tempo na cabeça em busca de resolução.