sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Do amor

Platônico acontecimento,
que não entra e nem cabe
na memória e no esquecimento.

Incompreensível mistura.
queima por dentro,
invade com candura, e
por muitas congela o tempo.

Às vezes arma outras desarma,
uns dizem calma, outros, é karma.
Mas o que ninguém diz é,
te acalma, tenha paciência.
Um dia ele vem é buscar tua alma.

7 comentários:

Bruna Sousa disse...

Cultivemos a calma! =)
Sabe o que me peguei a pensar? Quantas almas sao suficientes para uma vida? Porque por tantas vezes a minha ja foi levada hahahahah.
Que horror!

Jéssica disse...

Ei, Bibi! Tu tás ficando muito poeteiro! hahahaha
=*

Fausto Suzuki disse...

Nunca tive paciência com o amor. Sou muito agoniado. Triste.

Mas esse lance que a Jéssica falou, poeteiro, me lembrou uma poesiazinha de um amigo dos tempos da UFPA:
"Por esse ralo de banheiro
Morreu um mundo inteiro
Pelas mãos de um punheteiro"
Esse devia estar nos teus haikais.

aeueauea

Cld disse...

é. amor bandido, amor marvado.
Que nos proporciona tanta dor e felicidade, quando não os dois, juntos

Dali Braga disse...

Leva e não traz, o amor é "me perdi, não me acho mais".


vê esse blog: http://traversuras.blogspot.com/

Paixão disse...

e quem é que aguenta ficar esperando? rs

muito lindo, adorei!

beijos :*

natalia disse...

Amei o poema
pra alguem em especial?
saknagem
adorei...