sábado, 15 de janeiro de 2011

Memento


Do amor ao ódio
Do cálcio ao sódio
Do começo ao impulso
De necessidades avulso

Da comunhão aos bens
De todos tambéns
Da separação ao só
Do grão ao pó

Da imensidão ao minúsculo
Do espaço ao ventre
Da paciência que há entre
Do ódio ao músculo

Do tempo que corre
De todo momento
Do amor que socorre
De um longo tormento.

3 comentários:

Adriele disse...

do amor que escorre
do coração desatento

Vc mudou o final, o jeito que colocou aqui tá bem mais legal!

Genny LiMo disse...

=) Tocante! Essa é a palavra que define esse poema, ao meu ver.


;****~

Paralelos do Cotidiano disse...

Ah o amor! Ele sempre salva. :* Glauber Marinho Molusco