sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Abstração Una

Eu soube de uma nova deli...delícia
Das duas torres torradas de new york
Buda, peste, me disse que em jerus além
das fronteiras dos muros da consiciência
Não há guarda na sombra do multinacionalismo
Para capar o capuz da sobriedade.
Globalizado seja o vosso nome em suas cabeças
Unificado seja o nosso mundo
Crucificado sejam os preconceitos e desrespeitos
Analisados sejam nossos conceitos
Rama rama, dalai a lama a quem a chama
Sortidos sejam nossos sorrisos
Sou eu, me, mim, comigo
Sou tu, ter a ti, contigo
Somos-nos, nós, conosco
Somos todos resultados
da mesma soma uns com os outros.

1 comentários:

Nelson disse...

Terra deu, a terra dá, a terra cria,
Homem a terra cria, a terra deu, a terra há,
A terra voga, a terra dá o que tirar,
A terra acaba com toda mal-alegria,
A terra acaba com o inseto que a terra cria,
Nascendo em cima da terra, nesta terra há de viver,
Vivendo na terra que esta terra há de comer,
Tudo o que vive nesta terra pra esta terra é alimento

Porque no céu a gente vê uma estrelinha,
Aquela estrela nasce e se põe às seis horas,
Quando é de manhã aquela estrela vai embora,
Tem uma maior e outra mais miudinha,
Tem uma acesa, outra mais apagadinha,
Seis horas da noite é que pega aparecer,
Quando é de manhãzinha ela torna a se esconder,
E só de noite é que ela brilha em cima do firmamento

O homem planta um rebolinho de maniva,
Aquela maniva com dez dias tá inchada,
Ali vai se criando aquela folha orvalhada,
Começa a nascer aquela obra positiva,
Muito esverdeada, muito linda e muito viva,
Embaixo cria uma batata que engorda e faz crescer,
Aquilo dá farinha pra todo mundo comer,
E para toda criatura vai servir de alimento


Dá pra fazer um "mundo" muito bacaninha nessa (e com essa) tal de terra.
A letra é do Wado. O alagoano que eu te falei.